segunda-feira, 4 de abril de 2011

ACALMA MEU PASSO, SENHOR

Acalma  meu passo, Senhor!

Desacelera as batidas do meu coração,
acalmando minha mente.
Diminua meu ritmo apressado
com uma visão da eternidade do tempo.
Em meio às confusões do dia a dia,
dê-me a tranquilidade das montanhas.
Retira a tensão dos meus músculos e nervos
com a música tranquilizante dos rios de águas constantes
que vivem em minhas lembranças.
Ajuda-me a conhecer
o poder mágico e reparador do sono.
Ensina-me a arte de tirar pequenas férias:
reduzir o meu ritmo para contemplar uma flor,
papear com um amigo,
 afagar uma criança,
 ler um poema,
ouvir uma música preferida.
Acalma meu passo, Senhor,
para que eu possa perceber
no meio do incessante labor cotidiano
 dos ruídos, lutas, alegrias,
 cansaços ou desalentos,
 a Tua presença constante no meu coração.
 Acalma meu passo, Senhor,
para que eu possa entoar
 o cântico da esperança,
 sorrir para o meu próximo
 e calar-me para escutar a Tua voz.
Acalma meu passo, Senhor,
e inspira-me a enterrar minhas raízes
no solo dos valores duradouros da vida,
para que eu possa crescer
até as estrelas do meu destino maior.
Obrigado Senhor, pelo dia de hoje,
pela família que me deste,
meu trabalho e sobretudo
pela Tua presença em minha vida.
 Obrigado, Pai!
És meu refúgio permanente,
único caminho que me permite encontrar a paz!

domingo, 3 de abril de 2011

Salmos 84:10


“Porque vale mais um dia nos teus atrios do que em outra parte mil.
Prefiro Estar na porta da casa do meu amado Deus , do que estar nas tendas da impiedade.” 
Amados, porque esse desejo no coração do Salmista?
Tenho certeza que ele sabia o que dizia.
Pois ele já havia estado distante, alguém só pode falar se experimenta.
Ele experimentou a distancia de Deus, e ao contrario do que o mundo diz, ele não gostou do que encontrou!
Por isso ele declarou que é melhor estar somente um dia com Deus, do que gastar uma vida inteira distante.
Fora dos atrios de Deus a vida é fazia, triste, não conseguimos alcançar o auge de nada, queremos sempre mais.
Porém quando estamos com Deus, nos seus atrios, nos seus caminhos, nos satisfazemos e mesmo estando um dia somente na presença dele e morrendo no outro estaremos satisfeitos, MAS GLÓRIAS AO NOME DO SENHOR JESUS, pois Ele nos permite viver uma vida inteirinha nos caminhos dEle, experimentando o melhor que Ele tem, e o melhor é fazer a vontade do coração do Pai!!
Sim! Do nosso amado, e é nesse lugar que nada pode nos derrubar, nada além das nossas escolhas, da nossa ESCOLHAAAA!!
Então querido, prefira estar na presença do pai, nos atrios dEle, pois quanto mais ansiamos encontrarmos com ele a cada dia, mais Ele nos surpreende movendo o SOBRENATURAL em nossas vidas, e nos mínimos detalhess!!

Você quer fazer como o salmista?
E estar na presença de Deus durante os dias da sua vida?
Então declare comigo:

SENHOR, HOJE EU DECIDO ESTAR EM SEUS ATRIOS, NA SUA CASA!
POIS SEI QUE É NESSE LUGAR EM QUE SEREI FELIZ, E MESMO QUE AS CIRCUNSTÂNCIAS PAREÇAM IMPOSSÍVEIS, TUA MÃO ME AMPARA E ME FAZ VER ALÉM, ME FAZ VER A VITÓRIA!
JÁ CONQUISTADA NA CRUZ!
OBRIGADOO SENHOR…



Então queridos sempre iremos seguir em frente, sem olhar o que para trás ficou, olhando sempre para a vitória!! E não para as circunstâncias!! 


sexta-feira, 1 de abril de 2011

Esperança



Está passando por dificuldades?
Se sente desanimado?
Tenha fé!
Não percas as esperanças em hipótese alguma, nunca se esqueça de quem é Deus e do que Ele fez, faz e é capaz de fazer.
“ Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, segundo o poder que opera em nós,” Efésios 3:20  

Bem-aventurado aquele que tem o Deus por seu auxílio e cuja esperança está posta no Senhor, seu Deus.Salmos 146:5

Meu amigo Jesus

Isto é para meu amigo lá de acima,
Que me mostra tanto amor e graça ao colocar um sorriso no meu rosto...
É tão difícil expressar o que sinto sobre um homem que pode curar sua vida;
Ao morrer na cruz para os pecadores que estavam perdidos.
Senhor, eu te amo tanto!
Que eu estou ansiando pelo seu toque,

E enquanto eu estou aqui hoje,
Há apenas uma coisa que eu quero dizer: 


Cuide de mim e me protege.
Das coisas que eu não posso ver,
Deixe seus braços amorosos me rodeiam daqui para a eternidade Senhor, Assim, meu espírito pode ser livre...
Senhor, eu preciso mais de você, E mais e mais, e mais...

Rute e sua sábia escolha

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiMv7KOD0pvvHfYpuY-roDyk4eoY_xq54d-TsTiv7RXXQIeUUsOBHSuCi_MIJI8ddPWOVXlguaJvRFDuyPYlv82lqriXVSoXOifKlIWr13-CFhTUiMrf6QiseQddtGhyun0pHrgyjLqM8By/s320/2733600853_13be388aec.jpg  “Disse, porém, Rute: 'Não me instes para que te deixe e não me obrigue a não seguir-te; porque, aonde que fores, irei eu e, onde que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo e o teu Deus é o meu Deus'.” (Rt 1.16.)

Rute nasceu em Moabe, uma terra pagã e imoral. O deus de seu povo era Moloque – representado por um malvado ídolo com seu corpo humano de ferro, a barriga oca, onde se colocavam brasas ardentes e fogo, para que seus braços estendidos ficassem incandescentes. E, buscando a prosperidade e abundância na colheita, os sacerdotes colocavam as crianças moabitas vivas, naqueles braços rubros, entregando-as em sacrifício a Moloque, ruflando os tambores, para abafar os gritos dos pequeninos. Era um culto satânico e cruel, como acontecia em todas as nações ao redor de Israel.
Rute, entretanto, teve a felicidade de se casar com um judeu, chamado Malom. Este era filho de Elimeleque e Noemi. Estavam morando em Moabe por causa da fome que viera sobre sua terra, Belém, da Judéia. Rute viera fazer parte de uma família feliz e especial, principalmente por causa de sua fé no Deus invisível de Israel.
Ela ouvia, maravilhada, as histórias do povo de Israel. Como Deus tirara seu povo do Egito, com mão forte e braço estendido. Ouvia sobre a travessia do Mar Vermelho, como passaram, a pés enxutos, dois milhões de pessoas e como as águas se fecharam sobre o exército egípcio que os perseguia... Como Deus enviara o “maná”, um alimento vindo do céu para alimentar, fortalecer e trazer saúde para tão grande multidão no deserto, por 40 anos. Ela ouvia sobre as conquistas de Josué, como Deus lhe dera a cidade fortificada de Jericó, de maneira sobrenatural. E, com todos esses testemunhos da história e da provisão para o seu povo, Rute creu, de todo o seu coração, e fez do Deus de Israel, o seu Deus.
O tempo foi passando rapidamente em Moabe e a tristeza do luto bateu à porta de Rute. Morreram os três homens da família, Elimeleque, seu sogro; seu esposo, Malom e o cunhado, Quiliom, esposo de Orfa, também moabita. Eram três viúvas a chorar diante de tão grande perda. Noemi, a sogra de Rute, resolveu voltar para sua terra, Belém da Judéia. Ela se despediu de suas noras, dizendo-lhes que nada mais restava para ela naquela terra de Moabe, e que ambas, por serem ainda jovens, deveriam voltar à casa de seus pais e continuar a vida. Quem sabe ainda encontrariam um bom casamento entre os moabitas... Noemi não tinha mais filhos para lhas dar e ter descendência ali em Moabe.
Orfa voltou para a sua parentela, despedindo-se com lágrimas de sua bondosa sogra, porém Rute resolveu continuar em sua companhia. Rute havia feito uma escolha radical em sua vida e não abriria mão do que havia conquistado. Ela escolhera ser uma adoradora do Deus de Israel. Ela conhecera o amor e o cuidado desse Deus glorioso com o seu povo por meio de sua história, a agora cria que poderia confiar em sua bondade e misericórdia. Ela se apegou à sogra, dizendo: [...] “Não me instes para que te deixe e não me obrigue a não seguir-te; porque, aonde que fores, irei eu e, onde que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo e o teu Deus é o meu Deus.” (Rt 1.16.) Havia no rosto de Rute uma forte convicção e ela assumira sua identidade naquela família: quaisquer que fossem as circunstâncias ao seu redor, ela iria crer na provisão e no cuidado do Deus de Israel. Agora seus olhos estavam abertos e ela sabia que o Criador do universo era suficiente para cuidar dela, de sua sogra e certamente de sua descendência futura.
As tragédias da vida sempre nos colocam em uma encruzilhada, diante de dois caminhos a escolher: ou a vontade de Deus, com grandes desafios pela frente, ou a inclinação do coração para as coisas mundanas, com conseqüências funestas e irreversíveis... Orfa retornou à velha vida, ao paganismo e cegueira espiritual, porém Rute não podia fechar os olhos ao amor de Deus, apesar de sua viuvez e atual pobreza. Mesmo que o caminho à frente pareça escuro, o passo dado em direção a Deus é seguro e, Nele, se encontra paz. A fidelidade inerente ao caráter divino nos faz caminhar em segurança, mesmo pelo “vale da sombra e da morte”...
Rute foi com Noemi para uma aventura desafiadora. Elas teriam que viajar por estradas muito perigosas, e eram apenas duas mulheres viúvas. Elas iriam chegar a uma cidade onde, em pobreza total, deveriam trabalhar com as próprias mãos e depender totalmente de Deus para o seu sustento. Nem sempre as viúvas eram respeitadas, mas a lei, dada pelo Senhor no Sinai, ordenava que seu povo, na época da colheita, não rebuscasse seu campo, mas que deixasse um pouco do produto da terra para o órfão, a viúva e o estrangeiro. E, quando chegam a Belém, era precisamente a época da colheita de cevada, e Rute foi ao campo de Boaz.
Nada do que acontece na vida, de quem se entrega ao Senhor, acontece por acaso. Deus tem o controle de tudo em suas mãos poderosas. Ele nos guia por seu caminho, quando Nele confiamos. Rute e Noemi estavam para ver o cuidado de Deus em sua história... Deus lhes tinha reservado privilégios tremendos, e que durariam para sempre, por causa de sua escolha sábia de seguir ao Senhor. Ele é o defensor do fraco e do abatido. Ele é o pai dos órfãos e marido das viúvas. Ele é o provedor daquele que coloca sua confiança em suas palavras.
Rute trabalhou com diligência e humildade, colhendo cevada nos campos de Boaz. A notícia de seu carinho com sua sogra a torna respeitada entre os belemitas. E Boaz recebe dela a proposta de ser o seu “resgatador”, o seu “goel”. Rute pede que Boaz compre as terras de Elimeleque e, casando-se com ela, levante descendência àquela família. E ele se alegra muito com este pedido. Boaz era bem mais velho que Rute e elogiou sua sabedoria, revelada em submissão e humildade: “Bendita sejas tu do Senhor, minha filha; melhor fizeste a tua última benevolência do que a primeira, pois não fostes após jovens, quer pobres, quer ricos. Agora, pois, minha filha, não tenhas receio; tudo quanto disseste eu te farei, pois toda a cidade do meu povo sabe que és mulher virtuosa.” (Rt 3.10-11.)
Há lições preciosas na história de Rute para o nosso coração. Boaz elogiou o seu caráter e colocou Rute em posição de honra. Como é importante que cada mulher de Deus seja humilde e busque a vontade do Senhor. Rute ouviu os conselhos de Noemi e se dispôs a fazer o que lhe tinha sido orientado. Quantas mulheres se perdem em experiências traumáticas por causa da tolice de suas escolhas. Vão atrás do que é passageiro e fútil. Hoje a tônica básica norteadora das escolhas, principalmente em termos de casamento, tem sido o prazer, a aparência externa e o proveito financeiro de um relacionamento.
Quantos se casam já pensando que pode não dar certo, e que, se isto acontecer, é só separar... Quantas lágrimas seriam poupadas se houvesse a busca da vontade de Deus nos casamentos... Quanto sofrimento seria evitado se houvesse humildade e sabedoria nas escolhas da vida... Quantos lares ainda estariam de pé se os conselhos de pessoas mais velhas e cheias da sabedoria de Deus fossem ouvidos... Quantas famílias bonitas teríamos, com descendentes abençoados, se nossas jovens, apesar de circunstâncias adversas, tivessem a fé firme e inabalável no Deus Vivo de Israel...
Rute pediu que Boaz a resgatasse, e entrou para a linhagem do “Messias prometido”. Ela gerou um filho, Obede, desse casamento feliz e abençoado. Obede gerou a Jessé e este a Davi. Da descendência de Davi veio o “Salvador”, o “resgatador”, o “goel” de toda a humanidade. Jesus nos comprou com o seu sangue, nos deu um nome (filhos de Deus), uma família e uma pátria, aleluia!
Para reflexão pessoal
Como você agiria, estando em lugar de Rute, quando Noemi despediu dela, falando que voltasse para sua família em Moabe? (Rm 12.1-2.)
Em que você tem baseado as suas escolhas? Na aparência das circunstâncias? Na aparência das pessoas? No retorno financeiro? Ou em Deus e sua Palavra? (Js 24.15.)
Você tem amado sua sogra? (Rm 12.9-21.)
Você tem respeitado seu marido e tem visto em seus filhos uma dádiva divina de alegria e grandes projetos do Senhor em seus planos? (Tt 2.3-4.)
Você teria suficiente humildade para “buscar cevada” junto com os pobres (executar um trabalho mais simples, aquém de sua capacidade), no momento de dificuldade financeira?
O que você acha que precisa mudar em sua vida para melhorar seu relacionamento com seus familiares? Com sua sogra? Com seu esposo?
Você já pediu ao Salvador Jesus para entrar em sua vida e resgatá-la, trazendo paz e salvação? Gostaria de fazer isso agora mesmo? Então ore, dizendo-lhe isto e entregando-lhe o seu coração. (Rm 10.9-13.)
:: Pastora Ângela V. Cintra

A Mulher que tocou Jesus



“Então a mulher, que sabia o que lhe tinha acontecido, temendo e tremendo, aproximou-se, e prostrou-se diante dele, e disse-lhe toda a verdade.” (Mc 5.33).



Na fértil região da Galiléia, onde se aglomeravam multidões de gentios da cultura greco-romana, estava inserida a cidade de Cafarnaum, que Jesus escolhera como base para o seu ministério terreno. Pescadores e agricultores formavam a grande maioria dos moradores do lugar. A paisagem era muito bela e convidativa à reflexão, com suas montanhas ao redor do Mar da Galiléia.
Nesta região morava certa mulher, cujo nome não nos é mencionado nas Escrituras. Seria ela uma pessoa comum do povo, como tantas outras. Deveria ter sua casa, seus afazeres domésticos diários, sua rotina de vida semelhante à das outras vizinhas e amigas. Entretanto, esta mulher tinha uma grande dificuldade na vida: ela era enferma. Fora acometida por uma hemorragia que não cessava há doze anos.
Esse tipo de enfermidade não apenas ia tirando, pouco a pouco, o seu vigor, o ânimo de viver, como também a mantinha segregada pelas leis rituais da nação. Enquanto durasse a hemorragia ela seria considerada “impura”, de acordo com Levíticos 15.25-33. Ela não podia tocar em ninguém e também não poderia ser tocada. O lugar onde se assentasse seria considerado imundo. E ela estava assim, “imunda”, há doze anos...
Podemos imaginar o seu sofrimento nesses longos anos. Ela não poderia abraçar as amigas, as crianças, os parentes... Não poderia tomar nos braços os pequeninos. Deveria evitar que outros a tocassem e se resguardaria das reuniões, permanecendo em casa.
Não sabemos se ela era casada, solteira ou viúva, se tinha filhos ou não. Apenas sabemos que ela sofria dessa enfermidade que a discriminava e a mantinha em solidão. A Bíblia nos informa que ela já gastara o seu dinheiro com os médicos da época e não havia encontrado a cura. Somente lhe restava afundar-se na depressão, sentindo-se abandonada por Deus e sem esperança. Há tantas pessoas assim no mundo de hoje! Quem sabe você é uma delas? Quem sabe você conhece alguém que também não tem esperança? Alguém que a medicina já taxou como “incurável”? Alguém que não pode ter a vida “normal” e se encontra limitada e solitária?
Entretanto, essa mulher ouvira falar de Jesus. Ela escutara, atenta, os relatos das curas que o doce Rabi da Galiléia estava realizando por todas as vilas e aldeias de Israel. Ela o procuraria diligentemente. Ele era a sua última e única esperança...
Marcos relata o seguinte sobre ela: “Ouvindo falar de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou na sua veste. Porque dizia: 'Se tão somente tocar nas suas vestes, sararei'. E logo se lhe secou a fonte do seu sangue; e sentiu no seu corpo estar já curada daquele mal.” (Mc 5.27-29).
Para achegar-se a Jesus, aquela mulher teve de enfrentar a barreira da multidão que se avolumava ao redor do Mestre. Podemos imaginá-la, buscando brechas entre as pessoas, pedindo “licença” e se esgueirando, quase na altura das cinturas das pessoas, para ver Jesus. Ela queria tocá-lo. Ela pensava e chegou a dizer para si mesma: “Se eu puder tocá-lo, ficarei curada.”
Esta era a sua fé. Esta era a sua esperança. Aquela era a sua oportunidade, talvez a única. Todo esforço que fizesse valia a pena. E, assim, ela tocou Jesus e sentiu a cura imediata. Que alegria! Você já recebeu uma resposta de Deus imediata? Não é motivo de grande alegria? E a vida dela iria voltando ao normal, quando Jesus, logo em seguida, parou sua marcha e perguntou: “Quem me tocou?”
Os discípulos acharam aquela pergunta de Jesus sem sentido, pois todos estavam tocando no Senhor. Todos se acotovelavam para vê-lo e para ficar perto dele. Mas Jesus sentiu que dele saíra virtude. Jesus queria saber quem fora curado ao tocá-lo.
Vendo que não poderia ocultar-se, aquela nobre mulher se prostrou diante de Jesus e lhe confessou a sua cura, o milagre que recebera. E ouviu do Mestre: “A tua fé te salvou.” Jesus não tinha apenas cura física para ela, mas também a espiritual, aleluia!
Quem sabe você tem procurado Jesus apenas para lhe dar cura física ou a solução para um grande problema financeiro ou de relacionamento conjugal, mas Ele tem muito mais para lhe dar. Ele tem a salvação com o perdão dos pecados. Ele tem toda a suficiência para sanar nossa dor e trazer esperança para os nossos dias.
A vida daquela mulher se desenrolava sem sentido e se esgotava a cada dia. Depois do seu encontro com o Mestre, ela passou a ver a beleza de cada momento e, agora, poderia andar de cabeça erguida. Ela não era mais imunda, agora era pura, sem o peso da enfermidade ou da culpa. A vida voltara a lhe sorrir, havia um novo brilho no seu rosto, havia alegria em seu olhar...

Por Pastora Ângela V. Cintra.

Pare de impor limites a Deus

"Não por força, nem por violência, mas pelo meu Espírito", diz o Senhor dos Exércitos. Zacarias 4:6


Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Jesus Cristo. Filipenses 3:13-14

Deus tem muitas coisas guardadas para você! O que Ele sonha para sua vida é muito maior do que você pode imaginar. Se Deus lhe mostrasse tudo o que ele lhe tem guardado, você ficaria espantado!

É hora de parar de impor limites a Deus. Lembre-se: Deus é a sua fonte; e sua criatividade e recursos são ilimitados! Deus pode lhe dar idéias para uma invenção, um livro, uma canção, um filme. Deus pode lhe dar um sonho.
Uma só idéia vinda de Deus pode mudar para sempre o curso de sua vida. Deus não coloca limites ao que você tem ou não tem. Deus tudo pode - se você para de lher colocar limites por intermédio de seus pensamentos de limitação.

Talvez você tenha sido bombardeado com os mais diversos problemas pessoais: divórcio, fracasso, depressão, vida medíocre, ou qualquer outro. Você precisa dizer: - Já chega! Vou romper com esse ciclo e mudar minhas expectativas. Vou começar a crer em Deus para atrair coisas maiores e melhores.

Quando Deus puser um sonho no seu coração, quando ele colocar oportunidades no seu caminho, levante-se com coragem e fé, espere o melhor, ande com confiança, sabendo que você é suficientemente capaz de fazer o que Deus quer que você faça. Mas você tem de fazer sua parte e sair dessa vidinha à qual acostumou. Comece a pensar grande!

O que você vai receber está diretamente ligado a seu modo de crer.

Retirado do Livro Só Depende de VocêJoel Osteen

Alguém ouve?




Quem se isola busca interesses egoístas. Provérbios 18:1

Vivemos em uma sociedade rápida e em constante transformação. Precisamos construir pontes entre nossos corações e o das pessoas que sabemos que precisam de um amigo - e permitir que Jesus cruze essa ponta de amizade e entre em suas vidas...

Você ser ou não amigável e gentil pode determinar se alguém ouve a verdade sobre Jesus.

"O coração daquele que crê...

"Bem - aventurados os humildes, pois eles receberão a terra por herança." Mt 5:5


É uma descrição detalhada de como Deus refaz o coração daquele que crê.
O primeiro passo é pedir ajudar - torna-se " pobre de espírito" e adimitir a necessidade do Salvador.
O passo seguinte é a tristeza... Aqueles que choram sabem que estão errados e pedem perdão...
Depois vem a etapa de renovação: " Bem - aventurados os humildes"...O reconhecimento da própria fraqueza conduz à fonte da força: DEUS!

"O Senhor é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador; o meu Deus, a minha fortaleza, em quem confio; o meu escudo, a força da minha salvação, e o meu alto refúgio." Salmos 18

"Tudo aquilo que plantei, colherei, pois eu   que as promessas do Senhor pra mim se cumprirão!"